Tudo Isto é Sarah
Tudo Isto é Sarah
* 10% DESCONTO IMEDIATO *
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
A história de uma paixão hipnótica, uma estreia literária fulgurante, a comparação aos grandes escritores: todos os ingredientes que fazem de Pauline Delabroy-Allard uma das grandes vozes da nova literatura francesa.
Na área de serviço da autoestrada entre Paris e Honfleur, ela beija-me como se fosse a primeira vez. Tudo isto é Sarah, imprevisível, ondulante, desconcertante, versátil, aterradora como uma borboleta noturna.
Numa festa de fim de ano em Paris, duas mulheres conhecem-se. Uma é professora, mãe solteira, e sacode a rotina com uma relação passageira. A outra é violinista, excêntrica, caprichosa, com uma beleza fora do comum e uma joie de vivre contagiante, e entra na vida da professora como entrou na festa: ofegante, luminosa, falando e rindo demasiado. É Sarah.
Sucedem-se encontros improvisados, almoços, concertos, teatro, cinema, o idílio da primavera em Paris ao som de Beethoven. Contra todas as expectativas, brota entre ambas uma paixão avassaladora, uma voragem que ora acelera ora distende as horas. É um caso de amour fou, uma tempestade que tudo arrasta, uma obsessão que tudo consome, até que uma inflexão leva a história de Sarah e da amante ao acorde final.
É possível morrer de amor? E que restará da grande paixão? Mais do que memórias, feridas e vazio? Uma história carregada de beleza e tragédia, escrita com liberdade, ímpeto e poesia por Pauline Delabroy-Allard, que com este primeiro romance conquistou a crítica literária, foi comparada a Marguerite Duras e Annie Ernaux, e chegou às portas do Prémio Goncourt.
Crítica:
Um encanto intenso, viciado, viciante, que anula o mundo à volta, até se transformar em obsessão. […] Todo o livro é Sarah e Sarah é uma vertigem, o que faz com que ler Tudo isto é Sarah saiba a queda. Nunca se chega a bater no chão, mas a autora maneja de tal forma a tensão que se lê sem pára-quedas.
Ana Bárbara Pedrosa, Observador
Tudo isto é Sarah oscila de forma impressionante entre o caos e o barulho do amor e o silêncio e a solidão.
The Observer
A história de uma paixão no sentido pleno e etimológico do termo: um amor e um sofrimento desmesurados, obsessivos. Nas frases secas, urgentes, encontramos ecos de Annie Ernaux ou Marguerite Duras.
L’Observateur
Idioma: Português
N.º de páginas: 192
Encardenação: Capa mole
Editora: Alfaguara
Data de lançamento: fevereiro de 2025
ISBN: 9789895833382
Temáticas: LGBTQIA+, Literatura Traduzida
↓ Dimensões ↓
