Telhados de Vidro
Telhados de Vidro
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FORA DE PORTAS, TODOS FINGIMOS.
Isabel conseguiu a vida que um dia julgou perfeita: é atriz de topo num dos canais de maior audiência, adorada por milhares e venerada por marcas e revistas de lifestyle. Vive numa bolha dourada e é dentro dela que conhece o marido, o popular apresentador das manhãs Manuel Bettencourt. Juntos, são a imagem do êxito.
Mas será mesmo assim? Quando ninguém está a ver, desvela-se uma realidade que os ecrãs não mostram, que as publicações nas redes sociais escondem e a melhor maquilhagem mascara.
Isabel vai ter de descer aos infernos para começar a questionar a forma como tem vivido, em função de um falso glamour e com medo dos esqueletos que guarda no armário. Ao mesmo tempo, vê a sua vida escrutinada em praça pública e a sua palavra posta em causa. Conseguirá apaziguar os seus demónios, emendar os erros e fugir da farsa em que a sua vida se tornou?
Telhados de vidro leva-nos pelos bastidores da fama, onde pouco do que parece realmente é, e faz-nos refletir sobre a autenticidade das vidas na sombra dos holofotes.
Crítica:
Neste palco que é a vida, todos representamos o papel que nos foi destinado. Por quem? Porquê? Depois, há quem tenha sorte e há quem só conheça dor. No final de tudo, valham-nos os heróis desconhecidos, que, no sofrimento e em silêncio, nos fazem acreditar que, um dia, a luz virá. Ler este primeiro livro da autora surpreende-nos e leva-nos, mesmo sem nossa licença, a este palco da vida. A não perder.
— Luísa Castel-Branco, Escritora
O primeiro romance de Rute Lourenço é um murro no estômago que espelha as realidades fictícias que, tantas vezes, encaramos. É um mergulho no consciente de tantas mulheres que se obrigam a manter uma imagem imaculada quando já não conseguem submergir de um imenso lodo. E, no entanto, é tão duro como esperançoso. Porque, sim, é possível sair, mudar, renascer, desde que a tempo se dê conta desta ficção real. Rute bebe dos anos de trabalho jornalístico para escrever esta espécie de fábula (infelizmente) dos tempos modernos e fá-lo numa linguagem acessível, de identificação. Afinal, esta história podia ser a nossa. Vivida em silêncio.
— Luísa Jeremias, Diretora FLASH! e TVGUIA
Este é um livro corajoso e mordaz que desnuda com lucidez a hipocrisia de uma sociedade que aplaude os erros dos homens, mas continua a silenciar a dor das mulheres, um retrato implacável do que se esconde por detrás da imagem perfeita que todos fingimos ser fora de casa. Talvez seja a jornalista Rute Lourenço que critica a indulgência coletiva, mas é a escritora que vive nela que expõe de forma empática a ferida aberta das mulheres que foram e continuam a ser silenciadas.
— Helena Magalhães, Escritora
N.º de páginas: 320
Encardenação: Capa mole
Editora: Porto Editora
Data de lançamento: fevereiro de 2026
ISBN: 9789720055682
Temáticas: Literatura Lusófona
Dimensões (mm):
