Aposto tudo numa elegância ferida
Aposto tudo numa elegância ferida
* 10% DESCONTO IMEDIATO *
Não foi possível carregar a disponibilidade de recolha
Eu quis tingir a máquina, amor, de um pouco de melancolia.
Uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa contemporânea.
Autora distinguida com: Prémio Literário Fundação Inês de Castro • Prémio PEN Clube • Prémio Correntes D’Escritas • Prémio SPA Poesia
«O coração retira-se de todas as coisas», mas Andreia C. Faria constrói histórias com os sedimentos do músculo mais plástico de todos: sonhos que assombram noites, e também alguns dias; gestos mecânicos feitos por quem trabalha e que lembram como são brutas as metáforas; um amor juvenil que sugere, como num jogo, a violência do sexo e a difícil intimidade; a visita a museus onde se descobrem afinal enganos do olhar e uma perpétua perturbação; o saque de memórias da terra, da infância, da pobreza; o desejo de regresso ao ventre materno, antídoto para certos ódios e certos amores; oráculos da carne e do espírito, que pouco consolam; uma juventude de longos cabelos e raparigas em flor; Tróia e outras guerras, outras perdas.
Aposto tudo numa elegância ferida revela-nos Andreia C. Faria como artífice de uma prosa sem paralelo na literatura portuguesa, que dá forma a um imaginário poético cru, lúgubre e melancólico, tão luminoso como a mais depurada educação sentimental. Há livros que se cosem ao tecido do mundo, e há livros que, como este, tecem o corpo do mundo.
N.º de páginas: 200
Encardenação: Capa mole
Editora: Companhia das Letras
Data de lançamento: setembro de 2026
ISBN: 9789895898473
Temáticas: Literatura Lusófona
↓ Dimensões ↓
