{"title":"Sociologia","description":"","products":[{"product_id":"as-transformacoes-do-homem","title":"As Transformações do Homem","description":"\u003ch3 style=\"text-align: justify;\"\u003eObra-charneira do autor, relaciona cada nova etapa do ser humano com as alterações ou revoluções na sua consciência.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eAté agora, não encontrámos limites para a imaginação, nem para as fontes às quais ela pode ir beber. Cada novo objectivo que o Homem concretiza é um novo ponto de partida, e a soma de todos os dias do Homem é apenas um começo.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eObra premonitória sobre o retrocesso da humanidade ao sabor dos seus instrumentos, \u003cem\u003eAs Transformações do Homem\u003c\/em\u003e (1956) acompanha a nossa longa e sinuosa história, da animalidade à globalização, seguindo o rumo a uma crescente racionalização dos meios de produção e a uma galopante irracionalidade da nossa espécie.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDa invenção da linguagem às origens da religião, do florescer das primeiras cidades à mecanização do quotidiano, esta obra-charneira do autor de \u003cem\u003eTécnica e Civilização\u003c\/em\u003e (1934), publicado pela Antígona em 2018, relaciona cada nova etapa do desenvolvimento do ser humano com as subtis alterações ou profundas revoluções na sua personalidade e consciência.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNum discurso claro, sucinto e fluente, Lewis Mumford não fica pelos alertas para os perigos da sobreexposição à tecnologia e da dependência de processos automatizados, mas defende que a humanidade tem em si os meios — espirituais e sociais, mas também os tecnológicos — para criar um futuro livre e sustentável.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42184075903229,"sku":null,"price":9.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/products\/9789726083887_1636554654.png?v=1639058596"},{"product_id":"nos-refugiados-para-la-dos-direitos-do-homem","title":"Nós, Refugiados | Para Lá dos Direitos do Homem","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eO refugiado tem de ser considerado como aquilo que é, a saber, nada menos do que um conceito-limite que coloca em crise radical os princípios do Estado-nação.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm 1943, em fuga da Alemanha nazi e exilada nos Estados Unidos, Hannah Arendt escrevia, na língua do país que a acolhera, o ensaio «Nós, Refugiados», publicado na revista judaica \u003cem\u003eThe Menorah Journal\u003c\/em\u003e. Nele abordava a crise de identidade do povo judeu, problematizando a condição do refugiado e as alardeadas virtudes da sua «assimilação». Meio século depois, em «Para lá dos direitos do Homem», publicado inicialmente no jornal \u003cem\u003eLibération\u003c\/em\u003e, Giorgio Agamben dialogava com o texto de Hannah Arendt para reflectir sobre o embaraço político e o próprio significado da figura do refugiado. No presente volume recupera-se este diálogo entre décadas e fronteiras, tão central no pensamento dos dois autores como urgente à luz dos muros e arames farpados que se erguem diante dos nossos olhos.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":43618114633981,"sku":null,"price":11.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/nos-refugiados.jpg?v=1718976372"},{"product_id":"a-liberdade-e-uma-luta-constante","title":"A Liberdade é uma Luta Constante","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eFerguson, a Palestina e as bases de um movimento\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cstrong\u003eÉ fundamental resistir à representação da história como obra de indivíduos heróicos, para que as pessoas reconheçam a sua capacidade de agir como parte de uma crescente comunidade de resistentes.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, \u003cem\u003eA Liberdade é Uma Luta Constante\u003c\/em\u003e (2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":49085040755023,"sku":null,"price":12.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-a-liberdade-e-uma-luta-constante.jpg?v=1775918682"},{"product_id":"24-7","title":"24\/7","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eO Capitalismo Tardio e os Fins do Sono\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003eA enorme parcela da nossa vida que perdemos a dormir subsiste como uma das grandes afrontas humanas à voracidade do capitalismo contemporâneo.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eTrabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em \u003cem\u003e24\/7\u003c\/em\u003e, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), \u003cem\u003e24\/7\u003c\/em\u003e é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":49150537171279,"sku":null,"price":12.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-24-7.jpg?v=1775917048"},{"product_id":"quem-tem-medo-do-genero","title":"Quem Tem Medo do Género?","description":"\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eQuem Tem Medo do Género?\u003c\/b\u003e, obra de grande coragem e rigor analítico, confronta os ataques ao género que se tornaram centrais nos movimentos de direita contemporâneos. Demonstrando o anti-intelectualismo e as incongruências da ideologia antigénero, Judith Butler examina a forma como o género se tornou um «fantasma» para regimes autoritários, grupos fascistas, feministas transexcludentes ou o Vaticano. Operando em conjunto com narrativas enviesadas da teoria crítica da raça e ansiedades sobre imigração, o movimento antigénero alimenta o nacionalismo agressivo, demoniza as lutas pela igualdade e procura inverter vitórias legais em matéria de liberdade sexual, justiça reprodutiva, igualdade de género, direitos das mulheres, direitos queer e direitos trans, deixando milhões de pessoas vulneráveis à discriminação e à violência. Ao imaginar novas possibilidades, mais livres e solidárias, Judith Butler oferece-nos uma obra de análise social e política esperançosa, actual e intemporal.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":54869974319439,"sku":null,"price":19.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-quem-tem-medo-do-genero.jpg?v=1744467315"},{"product_id":"autodefesa","title":"Autodefesa","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eUma Filosofia da Violência\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cstrong\u003eA estratégia da violência defensiva assemelha-se a uma dinâmica insurreccional que é a única que pode modificar profundamente as relações de poder.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSerá a autodefesa legítima em contextos onde imperam o racismo, o sexismo ou a homofobia? Esta é uma questão crucial quando falamos de violência política, tema central deste ensaio exaustivo e provocador. Da resistência à escravatura na colónia francesa de São Domingos à protecção armada das comunidades negra e gay nos EUA na década de 1960, passando pela prática do jiu-jítsu entre as sufragistas em Inglaterra, \u003cem\u003eAutodefesa: Uma Filosofia da Violência\u003c\/em\u003e (2017) traça a genealogia de grupos e movimentos políticos que recorreram a métodos violentos para se protegerem. Inspirando-se no pensamento crítico de Frantz Fanon, Judith Butler ou Michel Foucault, este livro reflecte sobre a ética do confronto em situações de opressão legitimada pela sociedade e pelo Estado. Um verdadeiro manual para «desaprender a não lutar».\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026 - Rever (peso)","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":54879879561551,"sku":null,"price":16.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-autodefesa.jpg?v=1744495739"},{"product_id":"teoria-feminista","title":"Teoria Feminista","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eDa Margem ao Centro\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eA formação e a prática de uma teoria feminista emancipadora é uma responsabilidade colectiva que deve ser partilhada.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAs edições Orfeu Negro continuam a publicação da obra de bell hooks, uma referência incontornável na história do feminismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eTeoria Feminista – Da Margem ao Centro\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003e examina questões como a sororidade, a violência, a periferização e a parentalidade, defendendo que o movimento feminista tem de reconhecer a complexidade das relações sociais e o contributo inestimável das mulheres negras ao longo da história.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003ePublicado em 1984, permanece um texto actual e provocador, mantendo o registo crítico e directo da autora.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56312255381839,"sku":null,"price":14.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-teoria-feminista-bell-hooks.jpg?v=1765278177"},{"product_id":"vidas-rebeldes-belas-experiencias","title":"Vidas Rebeldes, Belas Experiências","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eHistórias íntimas de jovens negras desordeiras, mulheres rebeldes e radicais queer\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eUma História inesperada do século xx e uma narrativa arrebatadora de jovens «pensadoras radicais que, incansavelmente, imaginaram outras maneiras de viver e nunca deixaram de pensar que o mundo poderia ser diferente».\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm \u003cem\u003eVidas Rebeldes, Belas Experiências\u003c\/em\u003e, a reconhecida investigadora e autora norte-americana Saidiya Hartman reconstitui as vidas da primeira geração de mulheres negras nascidas nos EUA após a emancipação, que aspirava à verdadeira liberdade. Lançando-se no desconhecido, tornaram-se pioneiras do amor livre, das identidades queer, da ajuda mútua e da maternidade livre. Uma vanguarda até aqui omissa, cuja luta pela liberdade forjou o que veio a ser o mundo moderno.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cstrong\u003eObra vencedora do National Book Critics Circle Award em 2019\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eLer um excerto \u003ca href=\"https:\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/Vidas_Rebeldes_Belas_Experiencias_Excerto.pdf?v=1763766858\" target=\"_blank\"\u003eaqui\u003c\/a\u003e.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56480078365007,"sku":null,"price":19.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-vidas-rebeldes-belas-experiencias.jpg?v=1763766857"},{"product_id":"viver-com-homens","title":"Viver com Homens","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eReflexões sobre o caso Pelicot\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eSobre o sórdido caso Pelicot: uma reflexão urgente, perturbante e corajosa a que é impossível ficar indiferente\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNo Outono de 2024, meia centena de homens foram julgados num tribunal do sul de França por um crime que chocou a opinião pública. Gisèle Pelicot fora repetidamente sedada pelo marido ao longo de uma década e oferecida a desconhecidos recrutados na internet para a violarem. A filósofa Manon Garcia, evocando a memória de Hannah Arendt no julgamento de Eichmann, assistiu presencialmente às audiências em tribunal. Atormentada pelo caso, relata o processo e constata que ele revela, na tolerância com que pôde prolongar-se durante tanto tempo, um profundo problema masculino — um profundo problema social.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2025","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56596166934863,"sku":null,"price":14.67,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-viver-com-os-homens.jpg?v=1765468724"},{"product_id":"cibercrime","title":"Cibercrime","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eUma obra fundamental para compreender o cibercrime. E para evitar que você seja a próxima vítima.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm pleno século XXI, o crime mudou e os criminosos adaptaram-se a uma nova realidade, tornando-se mais astutos, ousados e sentindo-se praticamente imbatíveis. O digital ganhou relevância e protagonismo, tornando muito difícil o rastreio e descoberta de quem se oculta na rede para cometer atos ilícitos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eCibercrime explora em profundidade as dimensões contemporâneas do cibercrime e da ciberguerra, desde as práticas mais conhecidas pelo leitor comum — ciberbullying, fraude sentimental digital, ciberviolência, abuso sexual de menores em ambiente digital, dark web e metodologias de desinformação e manipulação de informação —, às mais conhecidas pelos magistrados, polícias e profissionais de cibersegurança — criptomoedas, tecnologia blockchain, ransomware, DDO e guerra cibernética.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eEsta é uma obra fundamental para compreender uma das facetas mais populares e em crescimento do crime na atualidade, e também para evitar que possa ser a próxima vítima.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2025","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56596169457999,"sku":null,"price":15.93,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-cibercrime.jpg?v=1766942448"},{"product_id":"sem-filhos","title":"Sem Filhos","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eA Longa História de Não Ser Mãe\u003c\/h2\u003e\n\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eSer Mulher Não É Sinónimo de Mãe.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNum momento em que a taxa de natalidade está em queda, é comum dizer-se que a geração \u003cem\u003emillennial\u003c\/em\u003e inventou a “ideia” de não ter filhos. Mas a História está repleta de mulheres sem filhos: algumas por escolha, outras que os quiseram mas não os tiveram, e outras ainda – a maioria, então e agora – que ficaram algures pelo meio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eCom um apurado trabalho de pesquisa e baseada na sua própria experiência como mulher sem filhos, a historiadora Peggy O’Donnell Heffington mostra-nos que muitas das razões pelas quais as mulheres não têm filhos hoje em dia são as mesmas das gerações passadas: falta de apoio, de emprego ou de disponibilidade financeira, preocupações ambientais, infertilidade e o desejo de viver diferentes tipos de vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eSem Filhos\u003c\/em\u003e é um livro essencial para compreender quão normal sempre foi não ter filhos, e quão arduamente a sociedade se esforça para fazer com que isso pareça uma anormalidade. Este é o livro ideal para reconstruir a ligação entre mães e não mães, sem apontar dedos ou fazer julgamentos prévios, e assim construir um mundo melhor para todos.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"text-align: center;\"\u003e\n\u003ch3 style=\"display: inline;\"\u003eCrítica:\u003cbr\u003e\n\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eUm trabalho libertador e perspicaz de sociologia e história cultural.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— Kirkus\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eA incisiva estreia de Peggy O’Donnell Heffington aprofunda a questão de como a sociedade demoniza as mulheres sem filhos, ao mesmo tempo que falha cada vez mais em fornecer os apoios que tornam possível criar filhos de forma sustentada.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— Publishers Weekly\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003ePeggy O’Donnell Heffington evita hábilmente a armadilha de colocar as mulheres sem filhos contra as mães, ao mesmo tempo que mostra como a escolha de ser, ou não, mãe tem sido historicamente ditada pelo patriarcado. Um livro necessário, qualquer que seja o seu estatuto parental.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— Doree Shafrir, autora de Thanks for Waiting\u003c\/i\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inv. Livros 2025","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56671846203727,"sku":null,"price":18.86,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-sem-filhos.jpg?v=1767050628"},{"product_id":"estive-aqui-e-lembrei-me-de-nos","title":"Estive Aqui e Lembrei-me de Nós","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003e\n\u003ci\u003eEm Estive aqui e lembrei-me de nós\u003c\/i\u003e, Anna Pacheco revela o lado obscuro do turismo e as gritantes contradições entre a realidade de quem trabalha na indústria hoteleira e dos que dela desfrutam.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003ePrefácio à edição portuguesa pelo Movimento Referendo pela Habitação.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eO turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eUm misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, \u003cem\u003eEstive aqui e lembrei-me de nós\u003c\/em\u003e é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2025","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56697314541903,"sku":null,"price":12.11,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-estive-aqui-e-lembrei-me-de-nos.jpg?v=1767295778"},{"product_id":"uma-teoria-feminista-da-violencia","title":"Uma Teoria Feminista da Violência","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003ePara uma política anti-racista da protecção\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eOs debates em torno da igualdade de género são um repertório de violência: assédio, violação, abuso, feminicídio. Palavras que designam uma realidade cruel, mas escondem outra: a da violência de género cometida com a cumplicidade do Estado. Em UMA TEORIA FEMINISTA DA VIOLÊNCIA, Françoise Vergès denuncia a viragem carcerária na luta contra o sexismo e a obsessão punitiva do Estado, que, ao centrar-se nos «homens violentos», omite a origem da sua violência. Para Vergès, não restam dúvidas: o capitalismo racial, os populismos ultraconservadores, a devastação do Sul global pelas guerras e pilhagens imperialistas, os milhões de pessoas exiladas e a proliferação de prisões põem a masculinidade ao serviço de uma política de morte. Por oposição à actual tendência, a autora reflecte sobre a violência como componente estruturante do patriarcado e do capitalismo, e já não enquanto especificidade masculina, e exorta-nos a imaginar uma sociedade pós-violenta, que não naturaliza a violência, que não a celebra, nem faz dela tema central da sua narrativa sobre o poder.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56959063621967,"sku":null,"price":14.85,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-uma-teoria-feminista-da-violencia_d613baca-8083-444c-a8d3-e6cb08581d53.jpg?v=1770193170"},{"product_id":"ecras-um-desastre-sanitario","title":"Ecrãs, Um Desastre Sanitário","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cq\u003eEstá em jogo o futuro da Humanidade.\u003c\/q\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm \u003cem\u003eEcrãs, Um Desastre Sanitário\u003c\/em\u003e – Ainda vamos a tempo de agir, Servane Mouton alerta: a exposição excessiva aos ecrãs tem graves impactos na saúde mental e física das crianças e jovens, causando distúrbios do sono, da visão, do desenvolvimento neurológico, socio-emocional e da linguagem, assim como no meio ambiente e no modelo económico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eDo ponto de vista médico, fala-se apenas em uso excessivo, abusivo, problemático. No entanto, crianças e adultos associam cada vez mais o termo «dependência» aos ecrãs, mostrando-nos que é mais do que tempo de avaliar os benefícios da revolução digital – potenciada pelas redes sociais e pela Inteligência Artificial – à luz das suas externalidades negativas, tanto individuais quanto sociais e ambientais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eQuem são os responsáveis? Quais são os riscos acrescidos dos ecrãs para o nosso cérebro? Sabemos o que podemos perder? Como vamos sair da hipnose e recuperar o controlo? Écrãs, Um Desastre Sanitário é um grito de alarme, mas também de esperança.\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56985686737231,"sku":null,"price":12.6,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-ecras-um-desastre-sanitario.jpg?v=1771955922"},{"product_id":"apagar-a-historia","title":"Apagar a História","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eComo a extrema-direita tenta reescrever a história e desfazer décadas de progresso em matérias de raça, género, sexo e classes.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003ePlano Nacional de Leitura:\u003c\/b\u003e\u003cbr\u003eVida Prática – maiores de 18 anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEncontramo-nos, uma vez mais, a nível global, sob a ameaça de um movimento fascista em ascensão. Não só nos Estados Unidos a democracia está sob ataque de um movimento autoritário, que encontrou terreno fértil entre os políticos e eleitores conservadores do país, como movimentos semelhantes se multiplicam em todo o mundo. Para compreender a forma e os riscos deste ataque, temos de recuar e extrair lições do passado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm \u003cem\u003eApagar a História\u003c\/em\u003e, Jason Stanley, professor de Filosofia de Yale, expõe o verdadeiro perigo dos ataques da direita autoritária à educação, identifica as suas principais táticas e financiadores, e traça as suas raízes intelectuais. Explica, também, como as escolas e universidades das sociedades democráticas estão mal preparadas para se defenderem do ataque fascista em curso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eProfundamente informado e urgentemente necessário, este livro é um apelo global à ação para aqueles que desejam preservar a democracia – na América e no mundo – antes que seja tarde demais.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57100288328015,"sku":null,"price":14.99,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-apagar-a-historia.jpg?v=1779583457"},{"product_id":"girl-on-girl","title":"Girl on Girl","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eUM DOS MELHORES LIVROS DO ANO.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003eNew York Times o Washington Post o Time o Kirkus Reviews.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eVivemos um momento de retrocesso cultural e legislativo, em que a incerteza sobre a relevância do movimento feminista ameaça décadas de progresso. Sophie Gilbert identifica um momento decisivo na viragem do milénio, quando a energia do feminismo deu lugar a um período regressivo de hiperobjetificação e sexualização das mulheres, influenciado pela cultura pop.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003e\u003cem\u003eGirl on Girl\u003c\/em\u003e é uma acusação mordaz da teia de misoginia que sustentou a produção cultural do início do século XXI.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center; color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" href=\"https:\/\/penguinlivros.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Girl_on_Girl_excertosite-1.pdf\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"text-align: center;\"\u003e\n\u003ch3 style=\"display: inline;\"\u003eCrítica:\u003cbr\u003e\n\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eGirl on Girl funciona como uma espécie de correção de rumo, adotando uma abordagem holística para explicar a nossa realidade sociopolítica atual, em que as conquistas arduamente alcançadas pelas mulheres estão a desvanecer rapidamente. Com uma investigação rigorosa, Gilbert reuniu talvez o primeiro exame abrangente das tendências da geração cool do virar do milénio, e de como foram amplamente moldadas por quem detinha o poder para vender a uma geração de raparigas e jovens mulheres mentiras que distorciam a realidade. Um livro incisivo, contundente e esclarecedor.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— New York Times\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eUm livro de uma lucidez tão grande que chega a surpreender… Girl on Girl aborda a forma como a cultura americana tratou as mulheres dos anos 1990 aos anos 2010. É mérito de Gilbert conseguir extrair uma narrativa coerente do emaranhado de referências que surgiram nesta era. A sua organização é tão segura e ágil quanto os seus argumentos. Girl on Girl não se instala na indignação nem na pena; oferece antes um olhar límpido e inabalável que transmite uma única mensagem: Eu vejo o que estás a fazer.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— The Washington Post\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eNesta crítica incisiva da cultura pop dos anos 2000, Gilbert desconstrói o fenómeno do pós-feminismo ao examinar tendências culturais no cinema, na música ou na reality television. Com uma pesquisa minuciosa e uma escrita soberba, o livro de Gilbert apresenta argumentos convincentes sobre como a infiltração da pornografia na cultura mainstream normalizou a hipersexualização e a infantilização das mulheres. Uma obra importante que contextualiza a misoginia sistémica do nosso tempo.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003e— Library Journal\u003c\/i\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57163396088143,"sku":null,"price":18.41,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-girl-on-girl.jpg?v=1773056113"},{"product_id":"viagem-por-escolas-de-portugal","title":"VIAGEM","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003ePor escolas de Portugal\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e… este livro não tem princípio nem fim. Resulta de uma viagem por escolas de Portugal, feita sem preparação e sem guião. A intenção foi ver e ouvir, falar livremente com alunos, professores, funcionários, diretores, pais. Cada dia tem como mote uma palavra que serve para juntar histórias e reflexões.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eSe é certo que todos os escritos são autobiográficos, este é mais ainda. Tudo é escrito com grande simplicidade, para conversar sobre as minhas perplexidades e inquietações. Este livro é um abuso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eNinguém pensa sozinho. A longa história da escola é feita de milhões de gestos e de pessoas que continuam…\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57267199967567,"sku":null,"price":13.95,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-viagem-por-escolas-de-portugal.jpg?v=1774207952"},{"product_id":"corpos-que-contam","title":"Corpos que Contam","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eOs Limites Discursivos do \u003cq\u003eSexo\u003c\/q\u003e\n\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eObra fulcral na renovação dos estudos de género, \u003cem\u003eCorpos que Contam\u003c\/em\u003e propõe uma abrangente reformulação crítica em torno da materialidade dos corpos. Aprofundando a reflexão iniciada em \u003cem\u003eProblemas de Género\u003c\/em\u003e, Judith Butler demonstra como operam as relações de poder na formação do «sexo» e da sua «materialidade», e clarifica a noção de performatividade, não como «acto» singular ou deliberado, mas prática na qual o discurso produz os efeitos que nomeia. A partir de leituras de diversas tradições escritas, da filosofia à psicanálise, da literatura ao filme documental, da teoria política e sexual à democracia radical, Butler investiga o funcionamento da hegemonia heterossexual no forjar de matérias sexuais e políticas, esbatendo decisivamente as fronteiras entre a teoria queer e o feminismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.orfeunegro.org\/cdn\/shop\/files\/Corpos_que_Contam_Excerto.pdf?v=16797614508722258379\" style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57444353900879,"sku":null,"price":17.6,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-corpos-que-contam.jpg?v=1775924308"},{"product_id":"caliba-e-a-bruxa","title":"Calibã e a Bruxa","description":"\u003ch2 style=\"text-align: center;\"\u003eAs Mulheres, o Corpo e a Acumulação Original\u003c\/h2\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003ci\u003eCalibã e a Bruxa\u003c\/i\u003e, ensaio centrado na transição do feudalismo para o capitalismo e na concomitante caça às bruxas e expansão colonial, descreve-nos uma longa história de exploração e resistência. A partir de uma vasta pesquisa iconográfica e documental, Silvia Federici revela como o despontar do capitalismo exigiu um ataque genocida às mulheres, a aniquilação das revoltas camponesas, o tráfico de escravos e a expropriação de terras e saberes comuns. Uma obra incontornável, dedicada aos corpos rebeldes dos subalternos — aqui personificados pelas figuras de Calibã e da Bruxa —, cujas vozes continuam a ressoar nos protestos contra a violência original ainda em curso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.orfeunegro.org\/cdn\/shop\/files\/Caliba_e_a_Bruxa_Excerto.pdf?v=3516588443785051339\" style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57444366975311,"sku":null,"price":17.6,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-caliba-e-a-bruxa.jpg?v=1775924918"},{"product_id":"hiperpolitica","title":"Hiperpolítica","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eNesta análise da cultura política contemporânea, o historiador Anton Jäger explica-nos porque, apesar dos esforços para que tudo seja político, o ativismo é, hoje, um palco vazio.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003eO que acontece quando a política está em todo o lado, mas tudo parece ficar na mesma?\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eRevisitando as ilusões da era pós-política que se seguiu ao fim da Guerra Fria, evidenciam-se os contornos da estranha vida pública contemporânea, construída em torno de protestos, indignações virais, guerras culturais e um sem-fim de causas que nascem e se eclipsam da noite para o dia. Tal desfile de urgências morais implementou-se, por sua vez, sobre as ruínas da antiga infraestrutura de partidos, sindicatos e solidariedade cívica, hoje categoricamente esvaziada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eAo paradoxo das ondas de entusiasmo popular que raramente resultam em movimentos coletivos, da politização extrema que nunca se traduz em ações políticas concretas, Anton Jäger chamou «hiperpolítica».\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cb\u003eDe Guy Debord e Wolfgang Tillmans às ficções desencantadas de Houellebecq, \u003cem\u003eHiperpolítica\u003c\/em\u003e explora a fragmentação da ação coletiva e a fragilidade do tecido social para tentar compreender como uma época tão moralmente exigente é, ao mesmo tempo, tão inconsequente. Um mapa essencial para navegar as novas contradições da atualidade e um guia para a criação de uma politização que produza frutos duradouros.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center; color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca href=\"https:\/\/penguinlivros.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hiperpolitica_excertosite.pdf\" style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cdiv style=\"text-align: center;\"\u003e\n\u003ch3 style=\"display: inline;\"\u003eCrítica:\u003cbr\u003e\n\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003e\u003cem\u003eHiperpolítica\u003c\/em\u003e está entre os melhores e mais impressionantes esforços para oferecer um modelo do presente político em toda a sua estranheza enlouquecedora ensandecedora.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003eDavid Wallace-Wells, The New York Times\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eJäger oferece uma análise incisiva do momento político contemporâneo. É um apelo, urgente e esclarecedor, a que desconectemos e estejamos presentes.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003ePublishers Weekly\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"display: inline;\"\u003e\u003cq\u003eNunca estivemos tão conscientes de tanta coisa – da política corrosiva, das catástrofes diárias, das banalidades das celebridades – conhecendo, ao mesmo tempo, tão pouco. Essa irrealidade vertiginosa e omnipresente, sugere Anton Jäger, é a era da hiperpolítica.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003eLit Hub, Most Anticipated Books of 2026\u003c\/i\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003c\/div\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57495130440015,"sku":null,"price":12.11,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-hiperpolitica.jpg?v=1778324910"},{"product_id":"discurso-sobre-a-servidao-voluntaria","title":"Discurso sobre a Servidão Voluntária","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eNeste famoso discurso do século XVI, considerado o documento fundador da Antropologia do homem moderno, o jovem Étienne de la Boétie apela à resistência à tirania, contra a alienação, pela liberdade.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003eCom tradução de Gonçalo Neves e introdução de Raquel Varela.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cq\u003eQue um só homem oprima cem mil e os prive da sua liberdade – quem o poderia crer, se apenas o ouvisse contar e não o visse?\u003c\/q\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm 1539, Francisco I de França ordena a extensão de um imposto sobre sal à região de Bordéus. A reação dos habitantes não se fez esperar e, ao longo dos anos seguintes e por toda a região, sublevações populares tentavam fazer reverter a ordem monárquica. Em 1548, a guarda real esmagou com brutalidade inédita esta revolta, numa demonstração de violência que impressionou a elite intelectual da época.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eMovido por estes acontecimentos, o jovem Étienne de la Boétie reflete, neste importante texto de filosofia política, sobre a tirania enquanto ideia e sistema de poder. Apelo vigoroso à humanidade e ao pensamento crítico de todos os concidadãos, Discurso sobre a Servidão Voluntária denuncia a resignação e a alienação que sustenta a autoridade de poucos, e apela à resistência organizada dos muitos, rumo à liberdade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003e\u003cq\u003ePor ora, pretendo apenas compreender como se pode fazer com que tantos homens, tantos burgos, tantas cidades, tantas nações suportem, por vezes, um único tirano, que não tem mais poder do que aquele que eles próprios lhe conferem, que só os pode prejudicar na medida em que eles consentem em suportá-lo e que não lhes poderia causar nenhum mal se não preferissem tolerar tudo dele a contradizê-lo.\u003c\/q\u003e \u003ci style=\"color: rgb(179, 179, 179);\"\u003e\u003cbr\u003ein Discurso Sobre a Servidão Voluntária\u003c\/i\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center; color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" href=\"https:\/\/penguinlivros.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Discurso_sobre_Servidao_Voluntaria_excertosite.pdf\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. Livros 2026","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":57495132012879,"sku":null,"price":8.06,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0395\/0542\/8639\/files\/livro-discurso-sobre-a-servidao-voluntaria.jpg?v=1778360606"},{"product_id":"o-imperio-as-costas","title":"O Império às Costas","description":"\u003ch3 style=\"text-align: center;\"\u003eWiriamu. Descolonização. Compensações. Alcindo Monteiro. Integração. Racismo.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center;\"\u003e\u003cb\u003eAnalisar o Portugal pós-colonial é urgente, e João Pedro George entregou-se sem medos a essa missão.\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEntre 1974 e 1981, Portugal acolheu e integrou cerca de setecentas mil pessoas chegadas dos antigos territórios ultramarinos portugueses no continente africano: Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eNuma época como aquela, política, social e economicamente instável, o extraordinário afluxo destes «retornados», como ficariam conhecidos, gerou uma enorme hostilidade em grande parte da população metropolitana, que se apressou a rotulá-los de imperialistas, racistas, colonialistas e reacionários. Muitos dos que regressavam à Metrópole, por sua vez, assumiram-se como críticos encarniçados da descolonização, um discurso que encontrou algum eco – um perigoso eco – em algumas forças políticas extremistas ou radicais, de pendor nacionalista e fascista.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eOs efeitos sociais e políticos deste súbito acréscimo populacional de 10% tiveram um impacto profundo nas estruturas institucionais do país e na consolidação da sua jovem democracia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: justify;\"\u003eEm \u003cem\u003eO Império às Costas\u003c\/em\u003e, João Pedro George relaciona e explora as diferentes vertentes da descolonização portuguesa, para assim demonstrar, por um lado, que a integração dos retornados foi um dos processos que mais influenciou a atual configuração da sociedade portuguesa, e, por outro, que a herança do colonialismo continua, ainda hoje, a fazer-se sentir na vida cultural, social e política do país.\u003c\/p\u003e\n\u003cp style=\"text-align: center; color: rgb(240, 131, 62);\"\u003e\u003cb\u003e\u003ca style=\"color: rgb(240, 131, 62);\" href=\"https:\/\/penguinlivros.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/O-Imperio-As-Costas.pdf\" target=\"_blank\"\u003e→ Ler um excerto aqui ←\u003c\/a\u003e\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Inv. 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